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Começa ficar mais comum opniões como a do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Ernesto Araújo, que alegam que a pandemia é uma desculpa para a implantação do comunismo .

A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central chamada ‘solidariedade’, encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração”.

A ideia do ministro, de que a provação de que o mundo está a passar é apenas um plano para implementar o comunismo à escala global, resulta de o governante considerar que, por esta altura, muitas nações, sob a capa da solidariedade a propósito da emergência sanitária, estão a perder o poder individual e a auto-determinação para se subjugarem a grandes organizações como a Organização Mundial da Saúde, sob a justificação de uma necessidade de união para combater o vírus. 

Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado) de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para lidar com os problemas de que os países agindo individualmente, é apenas o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária”

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