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Karl Friston, cientista inglês, diz que grande parte das pessoas é imune ao coronavírus.

Há pouco mais de um mês o cientista Michael Levitt, professor da Universidade de Stanford e Prêmio Nobel, afirmou que estudos comprovam que a maior parte da população é imune ao covid-19.

Depois de alguns trabalhos realizados aonde aponta-se que são quatro os coronavírus responsáveis pelo resfriado comum: Alpha coronavírus 229E e NL63, Beta coronavírus OC43 e o HKU1. Eles circulam por todo o mundo.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem.

Agora, de um membro proeminente do SAGE, o grupo criado para desafiar os pareceres científicos do governo britânico, vem a afirmação de que a parcela das pessoas que não são suscetíveis ao Covid-19 pode chegar a 80%.

O cientista deixa bem claro que não é sua especialidade a área de Virologia (especialidade biológica e médica que estuda os vírus e suas propriedades), e sim compreender processos biológicos complexos e dinâmicos.

Seus modelos de estudos sugerem que a grande diferença entre os resultados no Reino Unido e na Alemanha, por exemplo, não é primariamente um efeito de diferentes ações governamentais, mas é melhor explicada pelas diferenças entre as populações, que fazem a “população suscetível” da Alemanha muito menor do que no Reino Unido.

Jornal da Cidade

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