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Por Dirceu Pio

Eu mesmo leio o que escrevi abaixo e sinto medo: até há pouco tempo, era inimaginável que fossem capazes de fazer tanta crueldade, mas fizeram ! Precisamos passar o planeta a limpo !

         -DE 2000 A 2017-

        Já transformado no “Rei das Vacinas”, Bill Gates resolve acabar com a poliomielite na Índia. Sob o lema “a saúde dentro de uma seringa”, submete milhares de crianças à sua vacina. Antes de terminar a campanha já enfrentava denúncias de que a seringa continha em verdade doenças: 

        – Nada menos de 490 mil crianças vacinadas desenvolveram pólio e ficarão com graves sequelas pelo resto da vida, denunciou o seu conterrâneo Robert F. Kennedy Jr.

        Já a  famosa Ong britânica Save The Children, uma instituição internacional respeitada no trabalho de assistência infantil, começou a dizer que Bill Gates tem se concentrado em distribuir novas vacinas de alto custo e não tem feito nada para combater as doenças mais comuns nos países em desenvolvimento.

        Há uma reação mundial, lenta, mas vigorosa, contra as vacinas de Bill Gates, já colocadas sob suspeição: agora mesmo, no Parlamento Italiano, soou a voz da deputada Sara Cunial acusando Bill Gates de ter esterilizado 2 milhões de mulheres na África e de estar desenvolvendo uma vacina contra o Covid-19 capaz de conectar seres humanos com faixas de ondas produzidas pela nova tecnologia 5G e assim controlar a vida das pessoas…

       Tudo pode não passar de mais uma dessas lendas que incendeiam a internet, mas na verdade já é impossível dissociar a imagem do criador do Windows com os trágicos acontecimentos que veremos a seguir…

                   -23 DE MAIO 2017-

        O etíope Tedros Aghanom Ghebreyesus é eleito diretor-geral do Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde. 

       Enquanto tomava posse, eclodiram várias manifestações de protesto na Etiópia, onde milhares de pessoas jamais vão se conformar com suas atitudes durante o longo período em que foi Ministro da Saúde no país:  

       -Tedros  se negou a admitir que a Etiópia enfrentava graves surtos de cólera, que ele chamava de simples ‘diarréia aquosa’…Quando a ong Médicos sem Fronteira entrou no país para ver de perto o que acontecia trombou com um cenário dantesco: duas etnias etíopes haviam sido devastadas pela cólera, denunciou o professor João Tilly, ativista do partido conservador  português, Chega.

                    -OUTUBRO DE  2019-

        Bill Gates reaparece, através da sua fundação Bill  & Melinda Gates, como patrocinador do evento 201, realizado em parceria com a Johns Hopkins Center for Health Security e o Fórum Econômico Mundial, em Nova Iorque. 

      Foi um evento premonitório: os participantes realizaram um exercício multimídia sobre o que uma nação deve fazer para enfrentar uma Pandemia !

       Agora vejam que interessante: de acordo com a descrição fornecida no vídeo do evento, o vírus fictício usado no exercício foi denominado Síndrome Pulmonar Associada ao Coronavírus (CAPS, na sigla em inglês).

      A história criada para a simulação relata que o “vírus”, que se “espalhou” pelo mundo, surgiu no Brasil, onde foi transmitido de porcos para humanos, provocando sintomas respiratórios que iam desde leves gripes a pneumonias severas.

                          -OUTUBRO DE 2019–

        O ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, participou no Rio de Janeiro da 20ª Reunião Geral Anual da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN, na sigla em inglês). 

        O encontro contou com a participação da diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Carissa Etienne, além de representantes da Organização Mundial da Saúde, da Unicef, da Fundação Bill & Melinda Gates, dentre outras instituições.

     Consta que Mandetta saiu entusiasmado do encontro, tanto que teria reservado no orçamento do ministério uma contribuição superior a 100 milhões para a Fundação Bill & Mellinda Gates desenvolver suas vacinas.

                     -17 DE NOVEMBRO DE 2019 (OU OITO DE           DEZEMBRO DE 2019)-

        É revelado o primeiro caso do novo coronavirus em Wuhan, China. 

       Começaria então um grande teatro que iria abalar o planeta dali a poucas semanas: tudo pareceu meticulosamente planejado para assustar – pessoas caiam na calçada, homens  de máscaras esguichavam água pelas paredes de edifícios, ruas e calçadas; ambulâncias em alta velocidade e sirenes ligadas; hospitais de campanha eram levantados em 10 dias; mídias sociais eram inundadas por  vídeos em que chineses usavam hachi para comer filhotes de morcegos vivos…

       E assim, como na inauguração de um grande evento esportivo, a China exportou o seu pacote completo – além de um vírus letal e insidioso, uma só tática eficaz para combatê-lo – o isolamento social, horizontal, com direito a recessão e miséria.

                      -11 DE MARÇO DE 2020-

        A OMS de Tedros Aghanom declarou que o mundo estava em Pandemia. 

      Ter um parceiro leal, um homem que chegava a se curvar para cumprimentar o poderoso Ji Jinping,  à frente da maior organização de Saúde mundial, era tudo o que a China desejava e precisava para as circunstâncias.

        A OMS impôs ao mundo, muito provavelmente orientada pela China, a mesma tática de combate empregada em Wuhan, importando até mesmo o jeito do Partido Comunista Chinês de fazer as coisas – ditatorial, impositivo, sem diálogo sequer com as lideranças comunitárias envolvidas.

        Tedros fez ainda mais: graduado em biologia, pesquisador de malária reconhecido internacionalmente, conhece a cloroquina, a droga que é usada em seu país e pelo mundo afora, tanto para prevenir como para curar a malária.

        Com certeza, sabe que a cloroquina tem sido usada com grande eficácia no combate precoce do coronavírus pandêmico, sabe que os chamados efeitos colaterais da droga são pura cortina de fumaça imposta em parte pela China, interessada na recessão mundial, em grande parte pelas farmacêuticas que numa mistura pusilânime de comércio com saúde pública, tornaram-se fortes financiadoras da OMS.

        Tedros e seus aliados no comando da OMS, entre os quais está a sanitarista curitibana, Mariângela Batista Galvão Simão, ex-assessora de Lula em Saúde Pública, fizeram de tudo para destruir a reputação da droga.

                     -23 DE JANEIRO DE 2020 (OU 26 DE FEVEREIRO)-

         Numa dessas duas datas, depois de fazer estragos na Itália, Espanha e em vários países europeus, a presença do novo coronavirus era registrada no Brasil, mais especificamente no Hospital Albert Einstein, em S. Paulo, Capital.

         O mais interessante foi notar que o médico e deputado do DEM, Henrique Mandetta, nomeado Ministro da Saúde por indicação do então aliado do presidente Jair Bolsonaro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assumiu  a gestão da Pandemia como quem estivesse programado e orientado para a missão !

        Em menos de um mês fechou questão em torno do isolamento social, horizontal nos moldes propostos pela OMS e defendido também por Bill Gates; apoiou a rebelião dos governadores contra o governo federal; fechou os olhos para as arbitrariedades registradas nos estados; tabelou com Dias Tófolli, também  presidente CNJ, e ambos assinaram uma autorização que permite a governadores enterrar pessoas sem diagnóstico e atribuir a causa mortis ao Covid-19.

        Não bastasse nada disso e percebendo que a bendita cloroquina, ainda mais porque defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, poderia ameaçar o plano diabólico de produzir no país a maior recessão de sua história, coordenou a operação, hoje chamada de Atentado de Manaus, para matar nada menos de 22 pessoas com overdose da droga !

        E fez mais: sequestrou a hidroxicloroquina (derivado mais suave da cloroquina) de todas as farmácias do Brasil. Com certeza, já sabia que a hidroxicloroquina só produz ótimos resultados se empregada no início da infecção, de modo que deixou aos pacientes brasileiros uma herança macabra !

         Até recentemente, o Ministério da Saúde manteve em seus sites como orientação aos governadores e prefeitos um protocolo baseado no emprego de tamiflu e dipirona na fase inicial da infecção, levando milhares de pacientes a perder o momento de uso da hidroxicloroquina capaz de reverter a infecção em poucas horas.

      Parece inacreditável, mas até hoje os Estados de S.Paulo e Rio de Janeiro, que sempre lideraram as estatísticas de óbitos, mantem o Protocolo da Morte.

               -15 DE ABRIL DE 2020-

        Por unanimidade, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) acolheu a ação apresentada pelo PDT (o partido mais alinhado com o Partido Comunista Chinês no Brasil)  contra vários dispositivos da Medida Provisória 926 de 2020, que atribuiu à Presidência da República a centralização das prerrogativas de isolamento, quarentena, interdição de locomoção e de serviços públicos e atividades essenciais durante a pandemia.

      E assim, numa operação  que parece ter sido orquestrada, foi aberto o caminho para o surgimento do que hoje é chamado de “bloco de governadores” contra a orientação do governo federal em quase todas as grandes decisões na gestão da Pandemia.

              -29 DE MAIO DE 2020–

        Donald Trump rompe definitivamente a relação dos EUA com a OMS acusando a organização de ser controlada pela China e denunciando que ela mentiu e escondeu informações estratégicas para os países membros poderem lidar melhor com a crise.

       O curioso é notar que os EUA saíram por uma porta e o Rei das Vacinas entrou rapidamente pela outra. O professor João Tilly, do Chega, português, tem um vídeo que mostra em detalhes a assustadora movimentação de verbas milionárias, de Bill Gates e de praticamente todas as grandes farmacêuticas do mundo, produtoras de vacina, para suprir o rombo deixado pelos Estados Unidos na manutenção da OMS: 

      – Os EUA, na soma das contribuições efetivas e voluntárias, repassaram à OMS em 2019 nada menos de 893 milhões de dólares, diz João Tilly para, em seguida, perguntar: e a China, qual a contribuição da China para merecer a vassalagem  de Tedros ? Pasmem: a China doa à OMS apenas 6 milhões de dólares, ou seja, 142 vezes menos que os Estados Unidos.

       João Tilly prossegue:

      – As contribuições de Bill Gates já somam hoje mais de 800 milhões… e as farmacêuticas – todas elas – têm um papel importante no orçamento anual da OMS de cerca de 2 bilhões. Em 2019, Tedros gastou em viagem pelo mundo nada menos de 200 milhões de dólares…

            -16 DE ABRIL DE 2020–

        Henrique Mandetta é demitido do Ministério da Saúde por decisão do presidente Jair Bolsonaro. 

        O oncologista Nelson Teich assumiu o seu lugar mas manteve o Protocolo da Morte. Foi também demitido por Bolsonaro.

Na gestão do interino, o general Eduardo Pazuello, foi finalmente substituído o Protocolo da Morte por outro que orienta governadores e prefeitos a adotar o tratamento precoce das infecções com hidroxicloroquina. Nos estados em que o novo protocolo foi adotado, começou a haver uma instantânea e acentuada queda no número de óbitos.

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