ECADE X PRODUTORES

Promotores de eventos questionam forma de cobrança do ECAD e podem decidir por depósito em juízo
A ABRAPE – Associação Brasileira dos Promotores de Eventos reuniu profissionais de todo o país durante o II Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos; dentre as diversas pautas do evento, que ocorreu nos dias 21 e 22 de novembro, está o pagamento ao ECAD.

O ECAD, que é um escritório privado responsável pela a arrecadação e distribuição dos direitos autorais das músicas aos seus autores, cobra dos produtores de eventos taxas referentes à execução das canções. De acordo com o presidente da ABRAPE, Carlos Alberto Xaulim, o questionamento da entidade não é se deve ou não pagar, mas sim a forma como os valores são definidos. “Os critérios do ECAD são muito subjetivos e provocam uma relação muito conflitante. Por isso, decidiremos durante o Congresso se a partir da próxima semana os associados à ABRAPE passarão a depositar o valor referente ao pagamento de direitos autoriais somente em juízo para que a justiça arbitre o valor a ser recolhido.”, explica Xaulim.

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