Diplomacia com Juliana Borges – Marrocos

Diplomacia com Juliana Borges
Localizado no extremo norte da África, e muito próximo da Europa, o Marrocos é um país cheio de história e cultura.

Possui paisagens deslumbrantes que combinam deserto, montanhas e litorais, com uma culinária rica e um povo muito hospitaleiro.



Confira agora 22 curiosidades sobre o Marrocos e conheça um pouco mais sobre os hábitos e costumes do país.
1- A BANDEIRA NACIONAL
O nome formal do Morrocos é Al-Mamlaka al-Maghribiya, ou Reino de Marrocos.
A bandeira do Marrocos é vermelha com um pentagrama verde ao centro. O vermelho e o verde são cores de tradição nas bandeiras de países árabes, o vermelho simboliza a descendência da família real do profeta Maomé e o verde representa o islamismo, a religião dominante no país.
O pentagrama ou estrela de 5 pontas, representa os cinco pilares do Islã, e é chamado de Selo de Salomão. O Selo de Salomão é o símbolo que o Rei Salomão usou em um anel para ter autoridade, proteção e poder oriundos de Deus, abrindo as portas de suas maiores conquistas e riquezas, como por exemplo, parte de seu primeiro palácio. Logo, representa o poder de Deus sobre o mundo e todas as coisas. Sendo assim, acredita-se que esse símbolo tenha poderes mágicos.
O Selo de Salomão é muito semelhante à Estrela de Davi. A diferença entre os dois está na sobreposição dos triângulos. Enquanto na Estrela de Davi eles se sobrepõem, no Selo de Salomão as formas se entrelaçam.
A bandeira do Marrocos foi levantada pela primeira vez em 17 de novembro de 1915.
2- LÍNGUAS VARIADAS
A língua oficial é o árabe.
Nas ruas, é normal ouvir o darijá, ou árabe marroquino; ele é uma mistura de árabe com algumas palavras em francês e espanhol.
Eles falam árabe, berbere, francês e muitos sabem falar espanhol facilmente.
Ah, e para os negócios, os marroquinos utilizam o francês!
3- COMIDA TEMPERADA
Se você adora uma comida bem temperada, o Marrocos é uma ótima opção. Lá a comida é bastante temperada, não tanto como a indiana, que é super apimentada, mas é sempre bem temperada.
Celíacos (pessoas sensíveis ao glúten) e intolerantes à lactose têm algumas opções bem gostosas, mas é necessário sempre avisar ao restaurante ou ao hotel com antecedência.
Vegetarianos e veganos também têm vez aqui! Legumes, verduras e grãos são a base da alimentação. Seksou (cuscuz) é o prato nacional marroquino. São grânulos de sêmola que são cozinhados sobre uma panela cheia de uma carne rica e ensopado de vegetais.
O pão é um alimento muito respeitado no país e também consumido por muitas famílias. Nesse sentido, no Marrocos é proibido jogar o pão fora, os restos e as sobras são utilizadas para alimentar o gado do país. As famílias que não têm gado trocam os restos de pão por detergente ou outros produtos.
Ah, e não se esqueça, se você é convidado para comer em uma casa marroquina, não se esqueça de tirar seus sapatos na hora de entrar, por lá é tradição.
4- A MÃO ESQUERDA
No Marrocos, comer com as mãos é um hábito muito comum.
Entretanto, o correto é usar sempre a mão direita.
É considerado grosseiro manipular os alimentos com a mão esquerda e dizer não à carne se for oferecido em uma refeição.
Ao fim da refeição, todos tomam chá e conversam.
5- TODA HORA É HORA DO CHÁ
A população do Marrocos é apaixonada por chá. Estima-se que o país seja o maior importador de chá chinês do planeta.
O mais popular é o chá-verde com menta, em que as folhas são quebradas e ficam em repouso por alguns minutos.
O modo de servir também é bem característico, com um movimento de sobe e desce com o bule.
Os marroquinos têm o hábito de ingerir a bebida antes e depois das refeições; e ele é servido com grandes quantidades de açúcar.
Recusar ou demonstrar algum tipo de desagrado pode ser considerado sinal de ofensa.
6- O CONSUMO DE ÁLCOOL
Apesar do consumo de bebidas alcoólicas ser proibido para os muçulmanos, os marroquinos são grandes produtores de vinhos e cervejas.
Quase toda a produção é destinada para exportação ou para locais bastante frequentados por estrangeiros, como hotéis.
Apesar do país ser um grande produtor de vinhos, é bem difícil consumir álcool por lá. Não é fácil encontrar opções e elas são bem caras. A venda sem restrição só é permitida a turistas, e, ainda assim, é proibido andar com bebidas na rua mostrando a embalagem.
Além disso, os estabelecimentos autorizados param de vender após as 19 horas.

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