Harmonizador por Juliana Borges

Nem tinto, nem branco.

O vinho rosé possui as características de um vinho branco, mas é elaborado com uvas tintas. Este tipo de vinho possui tonalidades que podem variar do alaranjado até a cor púrpura, dependendo do tipo de uva e da fermentação utilizada no processo de produção. Foi a partir do início desse século que os vinhos rosés começaram a ganhar notoriedade entre os brasileiros, e com isso muito tem se falado na região de Provence no sudoeste da França. Mas você sabe por que falar em vinho rosé significa falar em Provence? Provence é considerada a capital mundial do vinho rosé. Dos cerca de 160 milhões de garrafas de vinhos produzidos em Provence, 88% são rosés, e destes, 75% são classificados como AOC (appellation de origine controlée). Para muitas pessoas os vinhos rosés estão divididos em duas categorias, os da Provence e o resto. Ao todo, a região cobre uma área de cerca de 20 mil hectares do sudoeste da França, e se estende das margens do rio Rhône até o rio Var. Em 2013 a região era responsável por 40% da produção de vinhos do país, o que significa dizer que uma em cada dez garrafas de vinho rosé aberta no mundo, vem exatamente de lá. O clima da região é mediterrânico, com verões quentes e secos e invernos amenos e ensolarados. No entanto, a delicadeza de seus vinhos é resultado do equilíbrio provocado pelo vento Mistral, seco e frio, que sopra no outono e resfria a região e livrando as uvas do apodrecimento. Os vinhos rosés são leves, frescos e frutados, e carregam em si a imagem do terroir de Provence. Terra de contrastes, luminosa e acolhedora… Um leque de cores com toques ensolarados
Quer entender melhor por que os rosés da Provença são tão especiais e únicos? Deguste

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